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Bruno de Carvalho liga renúncia de Duarte Gomes na FPF ao "Cashball" e a Rui Caeiro

Homem a analisar lance de futebol com árbitro a caminhar no ecrã de televisão, numa sala iluminada.

O que levou Duarte Gomes a sair da FPF

Depois de abdicar do cargo de diretor técnico nacional de arbitragem da Federação Portuguesa de Futebol, Duarte Gomes não detalhou o que aconteceu nem identificou os intervenientes. Ainda assim, revelou que, no final de 2025/26, um árbitro profissional lhe transmitiu "um conjunto de informações que, pelo seu teor e sensibilidade", lhe provocaram "preocupações institucionais muito relevantes".

Perante esse cenário, o antigo responsável considerou que "não era possível restaurar o grau de confiança institucional" que entende ser "essencial ao desempenho" das suas funções.

Bruno de Carvalho comenta a renúncia de Duarte Gomes

Na sequência desta renúncia, Bruno de Carvalho, ex-presidente do Sporting, recorreu às redes sociais para estabelecer uma ligação entre este caso e o processo de alegada corrupção conhecido como "Cashball" - no qual os arguidos foram absolvidos e o processo acabou arquivado.

A associação feita pelo antigo dirigente leonino assenta, segundo o próprio, num elemento comum aos dois episódios.

Rui Caeiro e o paralelismo com o "Cashball"

De acordo com Bruno de Carvalho, esse ponto de contacto é Rui Caeiro, que foi dirigente do Sporting durante a sua presidência. Numa publicação, o ex-presidente ironizou: "Ao analisar todo este processo só me vem à cabeça o Rui Caeiro... Outra figura que é perseguida pelo azar. Na minha direção, era responsável pelas modalidades e deu-se o 'Cashball'. Agora, responsável da FPF pela arbitragem, dá-se o DGomesball. Um tipo tão profissional e com tanto azar".


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