Saltar para o conteúdo

Netanyahu e Trump acordam encontro "em breve" nos Estados Unidos

Bandeiras dos EUA e Israel com smartphone e caneta numa mesa, com o Capitólio dos EUA ao fundo.

Netanyahu e Trump combinam encontro nos Estados Unidos

O primeiro-ministro de Israel e o presidente dos Estados Unidos chegaram a entendimento, numa conversa telefónica, para se encontrarem "em breve" em território norte-americano, informou esta sexta-feira o gabinete de Benjamin Netanyahu.

Segundo a mesma nota, "O primeiro-ministro sublinhou, durante a conversa, que os Estados Unidos são os garantes da liberdade no mundo e que Israel valoriza profundamente os laços estreitos entre as duas nações".

No mesmo comunicado, é referido que os dois dirigentes "acordaram em encontrar-se em breve nos Estados Unidos", sem que tenha sido indicada qualquer data para a reunião.

Contexto de tensão e críticas recentes

Este contacto ocorre num quadro de tensão entre ambos os líderes, relacionado com as iniciativas em curso para pôr fim ao conflito no Médio Oriente, que foi desencadeado no final de fevereiro por uma ofensiva israelo-norte-americana contra o Irão.

Embora os Estados Unidos sejam o principal aliado de Israel, Donald Trump tem criticado publicamente Netanyahu em várias ocasiões nas últimas semanas, depois de a guerra conduzida por Israel contra o movimento xiita Hezbollah no Líbano ter colocado em risco as negociações de paz com o Irão.

Felicitações pelos 250 anos da independência dos Estados Unidos

De acordo com o gabinete do primeiro-ministro israelita, Netanyahu felicitou também o presidente norte-americano, Donald Trump, assinalando o 250.º aniversário da independência dos Estados Unidos.

Também o presidente de Israel, Isaac Herzog, se deslocou à embaixada dos Estados Unidos em Jerusalém para entregar ao embaixador norte-americano, Mike Huckabee, uma carta de felicitações dirigida a Trump por ocasião do 250 anos da independência.

Na carta, datada de 1 de julho, Herzog transmitiu a Trump as "mais calorosas felicitações" em nome "do povo e do Estado de Israel" e classificou a efeméride como "um momento para homenagear o incrível triunfo do espírito americano".

No mesmo texto, o chefe de Estado israelita destacou a "aliança única e inabalável" entre os dois países, que se alimenta "das mesmas fontes da Bíblia" e dos "mesmos valores fundamentais de liberdade, democracia e dignidade humana".

Comentários

Ainda não há comentários. Seja o primeiro!

Deixar um comentário